Homenagem a Marcel Duchamp

Um tabuleiro de xadrez gigante, jogos simultâneos, cinema, debates e milongas compõem as diversas atividades do tributo da BIENALSUR ao pai da arte conceitual Marcel Duchamp, cem anos após sua estada em Buenos Aires.

"Um trabalho é completado por aqueles que o veem ou leem e o fazem sobreviver através de suas aclamações ou mesmo através de sua condenação", proclamou o artista irreverente francês, que em 1918 viveu por nove meses em uma casa em Rua Alsina 1743, um tempo durante o qual ele se dedicava principalmente a jogar xadrez.


Programação completa:

3 DE OUTUBRO

Alsina 1835 - Espaço Cultural BCN (Biblioteca do Congresso Nacional)

De 6:30 às 8:30

Exibição do filme "Tudo o que vejo é meu" Com a presença dos diretores Román Podolsky e Mariano Galperín.

10 DE OUTUBRO

Alsina 1835 - Espaço Cultural BCN (Biblioteca do Congresso Nacional)

De 6:00 às 6:30

Discussão "Gestão cultural como ferramenta de requalificação urbana, experiência mínima" pela arquiteta Silvia Fajre.

No marco da série "Miradas de Buenos Aires"

De 6:30 às 8:30

Exibição do filme "Tudo o que vejo é meu". Debate

12 DE OUTUBRO

Alsina 1745 - Bar Oscar

De 2:00 às 6:00

Xadrez simultâneo, xadrez gigante, espaço de jogo livre e atividades para todas as idades.

De 4 a 5 da tarde

Visita guiada, da Plaza del Congreso, Hipólito Yrigoyen e Solís, ao Sitio Duchamp, Alsina 1743.

De 5:15 às 5:45

Discussão "Chute o quadro: as regras da arte depois de Duchamp" por Soledad Sobrino e Ignacio Zenteno, Alsina 1786.

De 6 às 6:30 

Abertura das instalações de arte de François Abelanet e Josie Watson, a instalação de luz dos artista Mariela Yeregui e Gabriela Golder e a apresentação de trabalhos gráficos por Fernando García Delgado e artistas convidados.

De 6:30 às 8:30

Música, aulas de tango e milonga em homenagem a Francisco Canaro.

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