¿O que é BIENALSUR?
Bienal Internacional de Arte Contemporáneo de América del Sur
O que é a BIENALSUR?

É possível promover um diálogo verdadeiro em condições de igualdade entre alguns dos artistas mais renomados do mundo e seus colegas da América do Sul? Essa é a resposta que buscam os 12 países que compõem a região ao realizar a 1ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea da América do Sul – BIENALSUR. O evento bianual não ocorre a cada dois anos, mas sim ao longo de 2016 e 2017. Com um modelo completamente inédito, a BIENALSUR já está em andamento e busca acompanhar o pulsar das demandas da atualidade. Por isso, são organizados vários concursos internacionais públicos para designers, curadores e artistas.

Por reivindicar a ideia de processo presente na arte contemporânea, desde 2015 a BIENALSUR convida artistas, curadores, colecionistas, críticos, jornalistas e o público geral a participar de jornadas de diálogo, com o nome de SUR GLOBAL. Estes são alguns dos artistas que participam desses intercâmbios: Cildo Meireles, Óscar Muñoz, Anna Bella Geiger, Tatiana Trouvé, Ana Gallardo, Celeste Boursier-Mougenot, Ernesto Ballesteros, Christian Boltanski, Reza, Guillermo Kuitca, Voluspa Jarpa e Graciela Sacco, entre outros. Além disso, a BIENALSUR convida diretores e curadores do Museo Reina Sofía de Madri, do Hirschhorn Museum de Washington, do Museo de Bellas Artes do Chile, de espaços de arte da Venezuela, Equador, Colômbia, Peru e Uruguai – como o Museo de Arte Contemporáneo de Lima e o Museo de Arte del Banco de la República da Colômbia – da Pinacoteca de São Paulo e da Akademie der Künste de Berlim, além de fundações dedicadas à arte de empresas europeias e pensadores como Gilles Lipovetsky, Estrella de Diego, Néstor García Canclini, Ticio Escobar e Graciela Speranza,entre outros. Com eventos multidisciplinares que serão realizados simultaneamente em várias cidades da região, a BIENALSUR permite que entidades e empresas parceiras cumpram a meta de promover a responsabilidade social através da arte e da cultura. Outra característica inédita do evento é sua organização, que tem como plataforma a Universidad Nacional de Tres de Febrero, o que incorpora ao processo museus, universidades e centros culturais e de pesquisa artística através da construção de uma rede de parcerias.

ALGUNS TRAÇOS
DISTINTIVOS

A Bienal Internacional de Arte Contemporânea da América do Sul busca impactar fortemente o cenário artístico e cultural em nível regional e global. Por isso, foram estabelecidos os objetivos mencionados acima e se imaginou um projeto pregnante, que seja capaz de romper com a inércia do olhar e do pensamento ao proporcionar o acesso a outras formas de enxergar e, consequentemente, a outras formas de pensar. Entre os recursos destinados a invadir a cena, são considerados:

› Estabelecimento de espaços colaterais, satélite ou paralelos.

› Geração de focos alternativos e estratégias específicas para a criação de redes de circulação e intercâmbio (desde intervenções nas ruas até um canal de televisão, um espaço web que estimule o consumo crítico dos conteúdos e ofereça programas diferenciados de acordo com os públicos, interesses e destinos, a publicação de jornais, a intervenção nos meios de comunicação existentes, etc.).

› Ampliação do campo de ação da Bienal não apenas no espaço (real e virtual), mas também no tempo. Nesse sentido, espera-se continuar com a chamada para diálogos de reflexão sobre arte e cultura na atualidade para especialistas e com as palestras para o público geral, como parte de um processo de identificação de problemas, geração de debates e estabelecimento de pautas, tanto nos meses anteriores à abertura da Bienal como durante o período em que estiver aberta ao público. O objetivo é trabalhar com equipes de estudantes de arte do país sede da Bienal nos processos de produção das obras. Além disso, como proposta complementar, os outros países da América do Sul serão convidados a criar bolsas para estudantes da área que participem das tarefas de produção de obras.

› Essas ações serão complementadas com a condição inédita de que a Bienal será aberta ao público antes da inauguração propriamente dita. Além disso, a população será convidada a auxiliar no processo de criação, desenvolvimento e produção das obras, havendo um trabalho colaborativo entre as equipes de curadoria, educação e comunicação da Bienal e os artistas e suas equipes de produção (integradas por técnicos e estudantes de arte) para o desenvolvimento das estratégias e dos conteúdos que farão parte das atividades de educação, difusão e transferência que acontecerem.

› A Bienal buscará estabelecer articulações com instituições educacionais formais e não formais de diferentes níveis e características para contribuir para a efusão produtiva dessas iniciativas. Para isso, são essenciais as parcerias que forem estabelecidas especialmente com as universidades.

› A BIENALSUR organizou dois concursos internacionais para projetos curatoriais e propostas de artistas, de caráter livre, com o objetivo de estimular a formulação de propostas que não poderiam ser executadas fora dos marcos excepcionais de uma bienal. Nesse sentido, serão incentivadas principalmente as propostas destinadas a intervir/interferir em locais não convencionais, espaços urbanos e lugares públicos, entre outros, que permitam construir redes de referências visuais que façam com que a Bienal vá além das salas dedicadas especificamente a exposições.

› A BIENALSUR também se propõe como um espaço para a apresentação de coleções de arte contemporânea. A possibilidade de observar diferentes visões da arte simultaneamente a partir da seleção das distintas versões oferecidas pelas coleções públicas ou particulares que serão apresentadas permitirá que o público tenha contato com a diversidade de perspectivas que coexistem no cenário artístico atual em nível global.

BIENALSUR: UNA BIENAL QUE CREA SU PROPIO TERRITORIO

Con un modelo inédito, una de las propuestas más novedosas de BIENALSUR es que ha trazado una cartografía propia. Se trata de un territorio y recorrido específico que tiene en la Ciudad de Buenos Aires su KM 0. Un nodo que luego se abre a una Sudamérica expandida casi a escala planetaria que reúne artistas y curadores de los cinco continentes.

Este nuevo universo cartográfico posee sedes presenciales en más de 32 ciudades de 16 países y se propone eliminar fronteras temporales y espaciales mediante la simultaneidad que permite la tecnología. En la CARTOGRAFÍA BIENALSUR los kilómetros se miden a partir del MUNTREF, ubicado en el antiguo Hotel de Inmigrantes en el puerto de Buenos Aires. Espacio de exposiciones al que entre septiembre y diciembre próximos se le unirán los principales museos, centros culturales, edificios y zonas emblema del espacio público porteño.

Pero Buenos Aires no será el único sitio de Argentina que participe, el recorrido de BIENALSUR se hará presente también en Tigre, Caseros, Rosario, Córdoba, San Juan, Tucumán, Salta y Bahía Bustamante (Chubut). Y de allí el camino continúa, siempre en simultáneo y sin salir del continente, por Uruguay (Montevideo); Paraguay (Asunción); Chile (con sedes en Santiago de Chile y Valparaíso); Brasil (con sedes en San Pablo, Río de Janeiro, Porto Alegre, Sorocaba y Salvador de Bahía); Perú (Lima); Ecuador (Guayaquil); Colombia (Bogotá); México (México DF); y Cuba (La Habana).

Cruzando los océanos Atlántico y Pacífico prosigue este territorio animado por la consigna de una mirada situada en un "Sur Global". En el continente africano la parada es Ouidah, en Benín. En Europa se suman España (con sedes en Madrid y Palma de Mallorca); Francia (con sedes en París y Marsella); y Alemania (Berlín). Y finalmente, en Asia, se une Japón y esa antípoda planetaria que es Tokio se vuelve cercana.

Equipe

Dirección General

Aníbal Jozami (ARG)


Dirección Artístico-académica

Diana Wechsler (ARG)


Asesoría General

Marlise Ilhesca (BRA)


Consejo internacional de curaduría

Florencia Battiti (ARG)

Lionel Bovier (CHE)

Tadeu Chiarelli (BRA)

Estrella De Diego (ESP)

Albertine de Galbert (FRA)

Néstor García Canclini (ARG / MEX)

Andrés Duprat (ARG)

Ticio Escobar (PRY)

Fernando Farina (ARG)

Abdellah Karroum (MAR / ARE)

Fábio Magalhães (BRA)

Jeanine Meerapfel (DEU)

Hans Ulrich Obrist (CHE / GBR)

Rodrigo Quijano (ARG)

Ivonne Pini (COL)

Liliana Piñeiro (ARG)

Marie-Cécile Zinzou (BEN)